A Ligação Corpo-Mente

"Se está triste, aprenda algo...

“Se está triste, aprenda algo…

” Cada um de nós tem a sua própria participação na saúde ou na doença, a todo momento. A  grande maioria das pessoas acha que a cura é algo que nos é dado, e que, ao terem um problema de saúde, a única coisa que tem a fazer é ir ao médico, que se encarregará da  cura. Em parte, isto é verdade, porém, apenas em parte.”   O.Carl Simonton, Stephanie Matthews-Simonton e James L. Creighton.

Ao nos sentirmos doentes, primeiramente procuramos o atendimento médico, ouvimos atentamente todas as instruções, concordamos ou não com elas mas, o primeiro rumo a seguir, é nos entregarmos aos cuidados  de alguém que certamente terá soluções à nos oferecer, e por vezes, nos esquecemos que temos uma participação importantíssima no processo de recuperação.Ao percebermos que tipo de pensamentos ou comportamentos tínhamos antes do início da doença, começaremos a juntar  “pistas” necessárias para montarmos o nosso próprio quebra-cabeças.

Pensar que  de algum modo contribuimos para a doença, pode soar à princípio como uma coisa  absurda, mas tenho certeza que deliberadamente ninguém quer estar doente. Se entendermos que todo o nosso organismo é dotado de um sistema de “alarmes”, capaz de imediatamente identificar situações que põe em risco a sua sobrevivência, só posso compreender que existe um programa  biológico de emergência que é  acionado, numa tentativa de nos salvar. Mas como assim? Se olharmos para trás, no período que antecederam os sintomas, com certeza identificaremos algumas situações de risco. Para cada pessoa, uma história, mas  a negligência com as próprias necessidades, um avançar sem limites, desconsiderando emoções básicas, ultrapassando todos os níveis de stress, com certeza, está na história de cada um de nós, que acionou todos os alarmes, “desorientou” o sistema imunológico, a ponto dele não reconhecer suas próprias estruturas…

E aí, tenho a certeza que se conseguir olhar para dentro de mim, bisbilhotar todos os meus “cantinhos”, ter consciência de que precisei ser exatamente tudo o que sou para chegar  até  aqui, vou poder desligar os  alarmes, iniciar todos os movimentos , falando aqui, primeiro do movimento mental, deixando de lado todas  as crenças limitantes, todas as memórias dolorosas, seguindo para o movimento do meu coração, em busca do amor incondicional, do entendimento que de fato, “somos todos um”, e finalmente para o movimento do meu corpo físico, para que possa realizar  aquilo, que um dia  se propôs fazer…

Um pouco mais difícil, que só tomar medicamentos, mas com um resultado muito além do alívio das dores físicas…

Existem muitas maneiras de nos  ajudarmos, é preciso buscar técnicas que mais falam ao nosso coração, e eu, tenho ido em busca de todas  aquelas que possam me ensinar o caminho.

O Método Self Healing, descrito no Manual de Autocura, de Meir Schneider, nos mostra a importância de assumirmos  responsabilidade no processo de cura, e tem sido, sem dúvida, um enorme prazer para mim, participar dessa aventura…

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